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PARA ALÉM DO JOGO II

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  O John arrebatou-me naquela noite, confessa a Louisa, tivemos uma conversa franca, abrimos a mente e o corpo e o que aconteceu, foi explosivo. O John é um homem bastante sensual, concorda a Sarah, mas o Tom... não me desafia! Limita-se a seguir as regras do jogo e o John dita-as. Completa-nos, faz com que se ultrapasse os limites, continua a amiga, acho que cheguei ao ponto em que quero apenas relaxar. Não vou dizer não a uma noite louca, mas já não estarei à procura da excitação. A Sarah suspira, está com um bocadinho de inveja da amiga, parece estar segura do que quer. Conversa com o Tom, sugere a Louisa, conversa a sério! Diz-lhe o que pensas, o que queres... poderás ter uma surpresa. A Sarah sorri, não está totalmente convencida, mas talvez a Louisa esteja certa. Nunca conversou seriamente com o Tom, não sabe verdadeiramente quem ele é.

PARA ALÉM DO JOGO

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  O Tom convida a Sarah para tomarem um copo num bar que conhece. Vais gostar, diz, é um lugar sossegado, podemos conversar. Mas a Sarah não tem qualquer vontade de conversar com o Tom, o que aconteceu, foi apenas mais um jogo. Não quer saber nada sobre ele, o que faz, o que pensa, o porquê de participar neste tipo de jogos. Porque ela já não sabe porque participa, quer que a sedução perdure para além do jogo. Mas o que queres verdadeiramente? pergunta a Louisa quando conversam sobre o assunto. A Sarah abana a cabeça, não sei, admite, quero ser pura e simplesmente arrebatada.

JOGO II

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  A Louisa sente o corpo a relaxar, a abrir-se novamente. Fecha os olhos, deixa que a boca do John a explore, navegue por cada recanto da pele molhada. Talvez o deva tocar também, dizer-lhe como quer sentir o corpo dele, mas o John prende-lhe as mãos, sussurra, não, depois. A Louisa suspira, a língua do John desliza para dentro dela, afaga-lhe o clitóris e ela grita com o prazer intenso que a penetra desde a ponta dos pés à linha do cabelo. Não encontra palavras para deferir o que está a sentir, abandona-se por completo às carícias do John, cada vez mais intensas, mais exigentes. O John solta-lhe as mãos, oferece-lhe o membro para ela o possuir e a Louisa olha-o, confiante. O amigo sorri-lhe, inclina-se, beija-a na boca e é então que a Louisa lhe reclama o membro, o corpo...

JOGO

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  O que o John e a Louisa fazem no jacuzzi é conversar. Conversar a sério, o que pensam do Mundo, o que esperam, o que querem fazer. Estão os dois relaxados, sentem que já não há segredos entre eles, conhecem os desejos, as vontade do corpo. Há ainda muito a descobrir, diz o John, mas a Louisa sorri, mas não há esta noite. Por isso, o John conta-lhe que viaja muito, trabalha para uma empresa farmacêutica e a ex-mulher não aguentou as ausências e pediu o divórcio. A primeira vez que participou num jogo erótico, não sei se lhe devo chamar isso, foi num "blind date" em Espanha. Achou a experiência interessante, repetiu algumas vezes, mas depois, encontrou a Sarah que lhe abriu as portas a outro tipo de jogos. E? incentiva a Louisa e o John inclina-se, beija-a na boca. Adoro e explora novamente o corpo molhado da amiga.

ESCALDANTE III

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  A Luísa pensa que o John vai ser violento, mas é muito terno. Está fascinado com a pele, deixa deslizar as mãos pelas costas, depois pelos seios, não a toca no triângulo, o que a surpreende. A Luísa fecha os olhos, apoia a cabeça no "pole", entrega-se ao prazer de sentir as mãos do John a conquistar cada centímetro de pele. O John beija-lhe os seios, apodera-se dos mamilos duros e a Luísa geme. Atrás de si, a Sarah sustém a respiração, o que é que o Tom está a fazer? pensa a Luísa, mas não quer verdadeiramente saber. O John afasta-lhe levemente as pernas, guia a mão até à vulva e acaricia-a lentamente. A vulva fica húmida, a Luísa sente calor no fundo da barriga e respira fundo. O John entende isso como um convite para aprofundar as carícias.

ESCALDANTE II

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  No dia combinado, o Tom e o John tocam à campainha. Estão confusos, o convite foi muito vago, diz apenas "a Sarah e a Luísa solicitam a vossa presença na casa desta às 19 horas" e o John acha que é uma armadilha. O Tom ri-se, estás doido, se calhar é uma festa no jacuzzi, comenta. O amigo pede-lhe detalhes, mas o Tom abana a cabeça e só diz que foi "escaldante". A Sarah abre a porta, tem um Top e uns calções vestidos, o cabelo preso e um grande sorriso. Os calções são muito curtos, deixam à mostra as pernas perfeitas que o John não resiste a tocar. O Tom beija-a na boca, acaricia-lhe as costas, mas a Sarah afasta-se de imediato, faz-lhes sinal para a seguirem. A porta do quarto está fechada, antes de abrir, a Sarah pede-lhes para se despirem, só podem entrar nus. O Tom e o John olham um para o outro, mas o que é isto? pergunta o John, mas a Sarah abana a cabeça, hoje as regras são nossas, despe-te. Os dois homens despem-se, a Sarah sorri e abre então a porta. O qu...

ESCALDANTE

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  A Sarah veste-se rapidamente, abre a porta e sai. Sorri às outras mulheres, lava as mãos e junta-se ao John que lhe deita vinho no copo. Continuam a conversar, descontraídos, sem falarem no que acaba de acontecer na casa de banho. Despedem-se à porta do restaurante, cada um vai para casa, não há necessidade de prolongarem a noite. Foi um risco, foi excitante, estão os dois felizes e no dia seguinte, na aula de dança de varão, a Sarah consegue executar um dos exercícios mais complicados na perfeição. A Louisa aplaude, convida-a para um café e conta-lhe que instalou um "pole" em casa. Está a pensar em organizar uma festa, só tu, eu, o John e o Tom, avisa e sorri enigmática. Tenho a certeza de que nos vamos divertir, acrescenta e a Sarah sorri também. E o que é que os homens têm a dizer sobre isso? pergunta, mas a Louisa abana a cabeça. Não vão dizer que não a um encontro escaldante.

ERÓTICA IV

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  A Louisa sorri, afaga-o até o sentir duro, pronto a explodir. O Tom fecha os olhos, geme e a Louisa continua a afagar até sentir o líquido quente escorrer pela mão. O Tom grita de prazer, deixa-se cair contra o corpo suado da amiga e tenta recuperar o fôlego. Depois, respira fundo e beija-a novamente nos lábios. A Louisa corresponde ao beijo, passa-lhe as mãos pelas costas, pelo peito num novo convite. Mas o Tom não o aceita, sorri-lhe e pega na roupa. Fecha devagarinho a porta do quarto, a Louisa fica novamente sozinha. Caí sobre a cama, o corpo está suado com o cheiro do Tom ainda a pairar. Tem agora a certeza de que o "pole" é  perfeito para seduzir, ser seduzida. Talvez da próxima vez convide também o John. Ou não...

ERÓTICA III

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  O Tom ajuda-a a levantar-se, mas não a leva para a cama. Mantém-na encostada ao "pole", prende-lhe as mãos com uma écharpe que encontra no chão e explora-lhe o corpo com as mãos e com a língua. A Louisa sente o corpo contrair-se, aquele calor no fundo da barriga espalha-se rapidamente pelo corpo que se abre às exigências daquelas mãos, daquela língua húmida. O Tom ajoelha-se então, afaga-lhe as coxas, brinca com a vulva cada vez mais inchada, mais húmida e a Louisa geme, grita de prazer. O Tom inclina-se, a Louisa sente a língua dele explorar lentamente a vulva e sustém a respiração. Mas o prazer enlouquece-a, volta a gritar e o Tom sorri. A Louisa escorrega, volta a sentar-se no chão com as pernas abertas e fecha os olhos. Mas o Tom coloca-lhe o membro na mão....

ERÓTICA II

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  A Louisa não sabe o que a fez telefonar ao Tom. Nem sabe porque acendeu velas, colocou-as em intervalos precisos no corredor e deixou a porta do quarto entreaberta. Nem porque se sentou, encostada ao "pole" com as pernas entreabertas apenas com uma luz a incidir-lhe no corpo que continua nu. Mas gosta de ver a expressão de surpresa, primeiro, depois de desejo no rosto de Tom. O Tom que abre a porta devagarinho, fica uns segundos com a mão no puxador a devorá-la, sim, é a palavra correcta, com o olhar. Sorri, entra e fecha a porta muito devagarinho. Despe-se tão lentamente que a Louisa tem vontade de gritar, sente o corpo tenso, a vulva a contrair-se de desejo. O Tom ajoelha-se em frente dela, afasta-lhe as pernas, deixa a mão vaguear até à vulva húmida, mas é nos lábios que a beija fortemente. Como se não houvesse amanhã....

ERÓTICA

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  Enquanto a Sarah espera pelo casal amigo, a Louisa resolve experimentar o "pole" que instalou em casa. Fecha as cortinas do quarto, acende apenas o candeeiro da mesa e começa a despir-se. A roupa escolhida está já em cima da cama feita com rigor militar, a Louisa é muito organizada em tudo o que faz. Despe a blusa, desaperta a saia, o soutien, é melhor ter um de desporto por baixo do top, pensa. Pega nos calções de licra, vê o reflexo do corpo no espelho e toca levemente o seio. Sente um arrepio, aperta o mamilo, há uma sensação de calor que a percorre e a Louisa geme. Lentamente, despe as calcinhas e o simples facto de o observar no espelho, faz com que se sinta húmida e a vulva a latejar. Sorri, tem uma ideia, e não, não é deslizar as mãos pelo corpo e invadir a vulva com os dedos até gritar de prazer. Calça os sapatos de tacões altos, aproxima-se do "pole", abraça-o com o corpo nu.

POLE DANCE II

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  O corpo liberta-se de qualquer tensão. Enamora-se do "pole", entrega-se a movimentos graciosos, é como se a pele estivesse a ser tocada por mãos cheias de desejo. A Louisa sorri ao concluir uma pirueta complicada, o corpo desliza suavemente e fica ali suspenso. À espera... À espreita... Depois, devagarinho os pés sentem o chão e a Louisa olha-se no espelho. Está diferente, sente-se mais sexy, mais poderosa. Tão poderosa que esta noite, vai exigir do Tom toda a atenção para que o prazer seja completo e ela o sinta explodir na pele venerada pelo "pole".

POLE DANCE

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  A Louisa sente-se confusa com tudo o que aconteceu naquele jantar. Foi uma experiência interessante, é só isso que pode dizer, não sente curiosidade em explorar ainda mais os limites. Não como o Tom, a Sarah e o John, sentiu-os vibrar de excitação, de desejo, a procurar e a encontrar um prazer que ela não compreende. Fica admirada quando a Sarah lhe telefona e a convida para participar numa aula de dança de varão. Há uma amiga minha, a Carolina que pratica e ofereceu-me um voucher. Posso levar uma outra pessoa e pensei em ti, explica. A Louisa ri-se, será que tenho jeito? pergunta, não sabes se não tentares, responde a outra. A aula é ao fim da tarde, tal como a Sarah aconselhou, a Louisa leva um top que lhe deixa a barriga à mostra e calções. A pele, explica a instrutora, é o segredo para uma boa dança. A Louisa sente-se um pouco intimidada pelo varão, mas hoje, apenas querem que trabalhe o toque, a maneira correcta de se agarrar. E ela sente-se excitada com a ideia.

JOGOS VI

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  Entretanto, a Sandra deixa a Sarah e o Tom sozinhos, encosta-se ao Miguel, afaga-lhe as costas. O Miguel sente os mamilos duros a pressionarem-lhe a coluna, umas mãos a deslizaram até encontrarem um membro disposto a explorar os limites do prazer. Abandona-se àquelas mãos suaves, cuidadosas que o desafiam e quando o Miguel pensa que não aguenta mais, retiram-se. Sandra, murmura, mas há agora outras mãos urgentes, insistem na rendição completa do corpo sobre o qual o Miguel não tem agora qualquer controlo. O Tom está sozinho no sofá, olha fascinado para as duas mulheres a competirem pela atenção do Miguel. Este beija a Sarah, a Sandra continua a afagar o membro e depois ajoelha-se, deixa que lhe invada a boca. O Miguel termina o beijo, coloca uma das mãos na cabeça da Sandra para que o membro se afunde ainda mais e com a outra, acaricia a vulva da Sarah. A Sarah grita, o Miguel explode também e a Sandra... o Tom não sabe definir o que lê no rosto dela.

JOGOS V

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  O John faz com que a Louisa se ajoelhe, se incline para a frente e ajuda-a a afastar as pernas. Explora a zona entre as nádegas com a mão, acaricia-lhe a vulva e a Louisa suspira. Sente-se a ficar húmida, há um calor no fundo da barriga e os mamilos ficam duros. Apoia melhor as mãos e tenta decidir se gosta ou não da posição. Uma das mãos do John continua a acariciar-lhe a vulva, a outra sobe até ao pescoço e a Louisa geme. O membro do John bate-lhe numa das nádegas, a Louisa sente-o contra si, poderoso e erecto. Cuidadosamente, o John guia o membro e penetra-a. A Louisa respira fundo, sente-se completa, deixa que o prazer a preencha e depois, solta um grito. Um grito poderoso....

JOGOS IV

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  Mais tarde, ao pensar no que aconteceu, o Tom não encontra palavras para descrever o que sentiu. Concentrou-se apenas em sentir aquelas línguas molhadas a explorarem a boca, a pele e acha que a certa altura lhes pediu para pararem. As duas riram-se, a Sarah sentou-se no colo dele e afagou ligeiramente o membro. A Sandra beijou-o então na boca, a Sarah baixou a cabeça e deixou que a língua encontrasse o membro. Depois, a Sandra afastou-se, a Sarah olhou-o nos olhos, sorriu trocista e ergueu um pouco as nádegas. O Tom pensou que ela o ia abandonar também, mas a Sarah desceu lentamente e o membro penetrou-a. O Tom voltou a gritar, a Sarah também e no outro lado da sala, também houve gritos. De quem? pensou antes de fechar os olhos e abandonar-se por completo ao prazer de estar dentro da Sarah.

JOGOS III

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  O John beija-a então, o Miguel afaga-lhe as coxas, a vulva e a Louisa sente o corpo a contrair-se. As mãos do John descem, circulam os seios, beliscam os mamilos até estes ficarem duros. O Miguel abre-lhe a vulva com a língua, a Louisa sente calor e frio ao mesmo tempo. O membro do John encosta-se às nádegas nuas, as mãos dele deslizam agora pelas costas e ela geme alto. O Miguel continua a explorar a vulva, a mão do John insinua-se ao ânus e a Louisa grita. Entretanto, alheios ao que se passa no outro lado da sala, o Tom e a Sandra despem a Sarah. Os três sentam-se no sofá, o Tom no meio, o membro já inchado, mas nem a Sandra nem a Sarah lhe tocam. A Sandra beija-o na boca, a Sarah o pescoço e o Tom grita loucamente.

JOGOS II

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  A Sarah nunca saberá como o Tom convenceu a Louisa a alinhar no jogo. Principalmente porque o John estará presente e o casal Sandra e Miguel. A Sarah explica que podem ter uma sala só para os seis e libertarem todos os sonhos, todas as fantasias. A Louisa está nervosa, não sabe bem como se comportar e o que esperar, o Tom foi tão vago. Por isso, dá um pequeno grito quando a Sandra lhe desaperta o vestido, preto, plissado como gosta e ela fica apenas com o body e os collants. A Sandra tenta beijá-la, mas a Louisa afasta a cara e fica admirada quando a Sarah aceita o beijo rejeitado. A Sarah ajuda a Sandra a despir-se, a Louisa abre a boca de espanto quando o Tom se aproxima das duas, beija o pescoço da Sandra e lhe acaricia as costas. A Sandra suspira, encosta-se ao Tom e as mãos deste acariciam-lhe os seios enquanto que a Sarah, ainda vestida, se ajoelha em frente da amiga e explora com a língua a pele das coxas. A Louisa continua de boca aberta, olha fascinada e não sente que al...

TABU II

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  A Louisa acaricia os seios primeiro, depois deixa a mão descer até ao umbigo. Sente a vulva a contrair, um calor a espalhar pelo corpo e a pele a ficar arrepiada. Descontraí, sorri, o dedo explora a vulva, procura o clitóris e a Louisa sustém a respiração. O calor intensifica-se, o dedo massaja levemente, toda a vulva começa a ficar húmida. A Louisa respira fundo, deixa que o dedo penetre mais um pouco e todo o corpo fica contraído. Depois, o corpo volta a relaxar, o prazer entranha-se na pele, os mamilos ficam erectos. O dedo penetra-a ainda mais, a Louisa pensa que enlouquece e grita alto. Suspira então, sorri, deixa-se ficar ali estendida na cama, nua, suada com o Sol a fazer desejos abstractos na pele. Tem a louca ideia de telefonar ao Tom, de lhe pedir para vir depressa e afundar-se no corpo dela. Mas primeiro, pensa, quer que ele a veja a explodir sozinha de prazer.  

TABU

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  A Louisa não tem notícias do John desde aquela noite. Nem o Tom tem notícias dele.... Talvez a Sarah saiba alguma coisa, mas ela não está interessada em ter uma relação de amizade fora dos encontros. Impôs essa regra, mantenho as coisas separadas, não gosto de misturas, declara e a Louisa tem que respeitar isso. Aliás, o encontro a quatro terminou mal, porque o John não respeitou as regras. Não é não e a Louisa sente confortável com essa regra, foi por isso que concordou nos encontros. Sente-se só, sente-se falta das mãos do John no corpo, da boca exigente a explorar a dela. O corpo fica tenso, a vulva contrai-se como se estivesse a pedir que a toque. Lembra-se da expressão da Sarah enquanto se masturbava, os mamilos duros, a pele arrepiada pelo prazer que a invadia. A mão da Louisa toca no seio cautelosamente, sente o mamilo a ficar duro, a vulva a contrair-se novamente. Volta a tocar-se mesmo por cima da roupa e o prazer dispara, o corpo fica tenso desde a ponta dos pés até à c...