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JOGO II

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  A Louisa sente o corpo a relaxar, a abrir-se novamente. Fecha os olhos, deixa que a boca do John a explore, navegue por cada recanto da pele molhada. Talvez o deva tocar também, dizer-lhe como quer sentir o corpo dele, mas o John prende-lhe as mãos, sussurra, não, depois. A Louisa suspira, a língua do John desliza para dentro dela, afaga-lhe o clitóris e ela grita com o prazer intenso que a penetra desde a ponta dos pés à linha do cabelo. Não encontra palavras para deferir o que está a sentir, abandona-se por completo às carícias do John, cada vez mais intensas, mais exigentes. O John solta-lhe as mãos, oferece-lhe o membro para ela o possuir e a Louisa olha-o, confiante. O amigo sorri-lhe, inclina-se, beija-a na boca e é então que a Louisa lhe reclama o membro, o corpo...

JOGO

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  O que o John e a Louisa fazem no jacuzzi é conversar. Conversar a sério, o que pensam do Mundo, o que esperam, o que querem fazer. Estão os dois relaxados, sentem que já não há segredos entre eles, conhecem os desejos, as vontade do corpo. Há ainda muito a descobrir, diz o John, mas a Louisa sorri, mas não há esta noite. Por isso, o John conta-lhe que viaja muito, trabalha para uma empresa farmacêutica e a ex-mulher não aguentou as ausências e pediu o divórcio. A primeira vez que participou num jogo erótico, não sei se lhe devo chamar isso, foi num "blind date" em Espanha. Achou a experiência interessante, repetiu algumas vezes, mas depois, encontrou a Sarah que lhe abriu as portas a outro tipo de jogos. E? incentiva a Louisa e o John inclina-se, beija-a na boca. Adoro e explora novamente o corpo molhado da amiga.

ESCALDANTE III

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  A Luísa pensa que o John vai ser violento, mas é muito terno. Está fascinado com a pele, deixa deslizar as mãos pelas costas, depois pelos seios, não a toca no triângulo, o que a surpreende. A Luísa fecha os olhos, apoia a cabeça no "pole", entrega-se ao prazer de sentir as mãos do John a conquistar cada centímetro de pele. O John beija-lhe os seios, apodera-se dos mamilos duros e a Luísa geme. Atrás de si, a Sarah sustém a respiração, o que é que o Tom está a fazer? pensa a Luísa, mas não quer verdadeiramente saber. O John afasta-lhe levemente as pernas, guia a mão até à vulva e acaricia-a lentamente. A vulva fica húmida, a Luísa sente calor no fundo da barriga e respira fundo. O John entende isso como um convite para aprofundar as carícias.

ESCALDANTE II

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  No dia combinado, o Tom e o John tocam à campainha. Estão confusos, o convite foi muito vago, diz apenas "a Sarah e a Luísa solicitam a vossa presença na casa desta às 19 horas" e o John acha que é uma armadilha. O Tom ri-se, estás doido, se calhar é uma festa no jacuzzi, comenta. O amigo pede-lhe detalhes, mas o Tom abana a cabeça e só diz que foi "escaldante". A Sarah abre a porta, tem um Top e uns calções vestidos, o cabelo preso e um grande sorriso. Os calções são muito curtos, deixam à mostra as pernas perfeitas que o John não resiste a tocar. O Tom beija-a na boca, acaricia-lhe as costas, mas a Sarah afasta-se de imediato, faz-lhes sinal para a seguirem. A porta do quarto está fechada, antes de abrir, a Sarah pede-lhes para se despirem, só podem entrar nus. O Tom e o John olham um para o outro, mas o que é isto? pergunta o John, mas a Sarah abana a cabeça, hoje as regras são nossas, despe-te. Os dois homens despem-se, a Sarah sorri e abre então a porta. O qu...

DEVAGAR II

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  Lentamente, o membro do John apodera-se da vulva, explora-a e a Sarah sente uma onda de calor a invadi-la, a tornar os mamilos duros, o corpo tenso. As mãos do John desapertam o fecho do vestido, acariciam-lhe a pele nua e quente, procuram os seios. A Sarah deixa escapar um gemido quando as mãos do John beliscam os mamilos e depois fecham-se sobre os seios. A respiração do John torna-se mais ofegante, o prazer invade-o também e gritam os dois ao mesmo tempo. Ficam os dois abraçados mais uns segundos, o John afasta-se e a Sarah vira-se. O vestido escorrega, deixa-a nua, exposta ao olhar faminto do John. Mas este sorri, veste-se e beija-a rapidamente. Abre a porta cuidadosamente, não está ninguém no corredor e saí. A Sarah pega nas cuequinhas, no vestido, esconde-se num dos cubículos. Na hora certa, pensa ao ouvir a porta abrir-se e vozes femininas.

DEVAGAR

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  O John convida a Sarah para jantar... Só jantar, frisa, sem jogos, estou um pouco cansado de jogos. Quero apenas relaxar... A Sarah confessa que também está um pouco cansada e, admite, um pouco desiludida. Conta-lhe resumidamente o que se passou no encontro com o casal amigo, " serviram-se " dela para apimentar a relação deles. E querias mais? pergunta o John e a Sarah abana a cabeça, não sei explicar exactamente o que esperava. Acabei por ficar sozinha, não participei naquele jogo! O John sorri e que tal este jogo? e inclina-se, fala baixinho ao ouvido. A Sarah sorri, levanta-se, saí da sala. O John segue-a, a Sarah assegura-se que a casa de banho está vazia e o John entra, tranca a porta. A Sarah começa a levantar o vestido, mas o John pede-lhe para se virar de costas. Depois inclina-te para a frente, pede, enrola o vestido na cinta e desce as cuequinhas muito devagarinho. A Sarah obedece, prende o vestido e puxa as cuequinhas. Quando estão nos tornozelos, levanta um pé, ...

JOGOS VI

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  Entretanto, a Sandra deixa a Sarah e o Tom sozinhos, encosta-se ao Miguel, afaga-lhe as costas. O Miguel sente os mamilos duros a pressionarem-lhe a coluna, umas mãos a deslizaram até encontrarem um membro disposto a explorar os limites do prazer. Abandona-se àquelas mãos suaves, cuidadosas que o desafiam e quando o Miguel pensa que não aguenta mais, retiram-se. Sandra, murmura, mas há agora outras mãos urgentes, insistem na rendição completa do corpo sobre o qual o Miguel não tem agora qualquer controlo. O Tom está sozinho no sofá, olha fascinado para as duas mulheres a competirem pela atenção do Miguel. Este beija a Sarah, a Sandra continua a afagar o membro e depois ajoelha-se, deixa que lhe invada a boca. O Miguel termina o beijo, coloca uma das mãos na cabeça da Sandra para que o membro se afunde ainda mais e com a outra, acaricia a vulva da Sarah. A Sarah grita, o Miguel explode também e a Sandra... o Tom não sabe definir o que lê no rosto dela.

JOGOS V

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  O John faz com que a Louisa se ajoelhe, se incline para a frente e ajuda-a a afastar as pernas. Explora a zona entre as nádegas com a mão, acaricia-lhe a vulva e a Louisa suspira. Sente-se a ficar húmida, há um calor no fundo da barriga e os mamilos ficam duros. Apoia melhor as mãos e tenta decidir se gosta ou não da posição. Uma das mãos do John continua a acariciar-lhe a vulva, a outra sobe até ao pescoço e a Louisa geme. O membro do John bate-lhe numa das nádegas, a Louisa sente-o contra si, poderoso e erecto. Cuidadosamente, o John guia o membro e penetra-a. A Louisa respira fundo, sente-se completa, deixa que o prazer a preencha e depois, solta um grito. Um grito poderoso....

JOGOS IV

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  Mais tarde, ao pensar no que aconteceu, o Tom não encontra palavras para descrever o que sentiu. Concentrou-se apenas em sentir aquelas línguas molhadas a explorarem a boca, a pele e acha que a certa altura lhes pediu para pararem. As duas riram-se, a Sarah sentou-se no colo dele e afagou ligeiramente o membro. A Sandra beijou-o então na boca, a Sarah baixou a cabeça e deixou que a língua encontrasse o membro. Depois, a Sandra afastou-se, a Sarah olhou-o nos olhos, sorriu trocista e ergueu um pouco as nádegas. O Tom pensou que ela o ia abandonar também, mas a Sarah desceu lentamente e o membro penetrou-a. O Tom voltou a gritar, a Sarah também e no outro lado da sala, também houve gritos. De quem? pensou antes de fechar os olhos e abandonar-se por completo ao prazer de estar dentro da Sarah.

JOGOS III

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  O John beija-a então, o Miguel afaga-lhe as coxas, a vulva e a Louisa sente o corpo a contrair-se. As mãos do John descem, circulam os seios, beliscam os mamilos até estes ficarem duros. O Miguel abre-lhe a vulva com a língua, a Louisa sente calor e frio ao mesmo tempo. O membro do John encosta-se às nádegas nuas, as mãos dele deslizam agora pelas costas e ela geme alto. O Miguel continua a explorar a vulva, a mão do John insinua-se ao ânus e a Louisa grita. Entretanto, alheios ao que se passa no outro lado da sala, o Tom e a Sandra despem a Sarah. Os três sentam-se no sofá, o Tom no meio, o membro já inchado, mas nem a Sandra nem a Sarah lhe tocam. A Sandra beija-o na boca, a Sarah o pescoço e o Tom grita loucamente.

JOGOS II

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  A Sarah nunca saberá como o Tom convenceu a Louisa a alinhar no jogo. Principalmente porque o John estará presente e o casal Sandra e Miguel. A Sarah explica que podem ter uma sala só para os seis e libertarem todos os sonhos, todas as fantasias. A Louisa está nervosa, não sabe bem como se comportar e o que esperar, o Tom foi tão vago. Por isso, dá um pequeno grito quando a Sandra lhe desaperta o vestido, preto, plissado como gosta e ela fica apenas com o body e os collants. A Sandra tenta beijá-la, mas a Louisa afasta a cara e fica admirada quando a Sarah aceita o beijo rejeitado. A Sarah ajuda a Sandra a despir-se, a Louisa abre a boca de espanto quando o Tom se aproxima das duas, beija o pescoço da Sandra e lhe acaricia as costas. A Sandra suspira, encosta-se ao Tom e as mãos deste acariciam-lhe os seios enquanto que a Sarah, ainda vestida, se ajoelha em frente da amiga e explora com a língua a pele das coxas. A Louisa continua de boca aberta, olha fascinada e não sente que al...

JOGOS

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  A Sarah e o John encontram-se para jantar. Falam abertamente das experiências eróticas que tiveram recentemente e a Sarah ri-se quando o John descreve pormenorizadamente a dança de varão. Como ficou excitado com o corpo a rodopiar, como se sentiu poderoso por saber que o podia dominar a qualquer momento e como a Carolina o acolheu sem medos, sem pudor. A Sarah volta a rir, tenho que te levar a um jantar temático, o Tom ficou com uma visão completamente diferente do sexo e do erotismo, diz. Podíamos ir os quatro a esse jantar, sugere o John, eu, tu, o Tom e a Louisa. Não sei se a Louisa está preparada para esse tipo de jogos, responde a Sarah, há quem procure apenas o prazer, outros querem explorar os limites deles como casal e a relação até se torna mais forte por causa disso e há ainda outros que concluem que não precisam de jogos para se sentirem completos. O que é que tu procuras? ri-se o John, a pensar que talvez seja uma boa ideia telefonar à Carolina e ao Mateus para se enc...

A DANÇA DE VARÃO IV

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  O John ajoelha-se em frente dela, afasta os pelos púbicos, toca na vulva com o dedo. A Carolina engole em seco, o John sente o corpo dela tremer e deixa que seja agora a língua a reclamar a vulva. Sente a mão da Carolina na cabeça, explora ainda mais fundo, a vulva é quente, está húmida. A amiga suspende a respiração, ouve-a dizer baixinho mais, mais e a língua do John invade-a outra vez até sentir o corpo dela arquear com o prazer. O John afasta-se então e vê que o amigo se levantou, está do outro lado do varão, abraça a mulher. Beija-lhe o pescoço, acaricia-lhe os seios, a Carolina está de olhos fechados, geme baixinho. A mão dela busca a do John, guia-a novamente até à vulva e afasta mais as pernas num convite. John sente o membro erecto, conquista lentamente a vulva e abandona-se ao prazer louco que lhe percorre o corpo. Depois, alguém grita, mas não sabe se é ele, a Carolina ou o amigo. O John apenas respira fundo.

A DANÇA DE VARÃO III

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  Não, não vão continuar sem ele, o John decide e despe-se rapidamente. Ajoelha-se em frente da Carolina, guia a mão dela até ao membro, convida-a acaricia-lo. Com a outra mão, afaga-lhe o seio, belisca o mamilo, sente a Carolina gemer. Levanta-se, oferece-lhe o membro inchado para que ela o coloque na boca, o rodeie com a língua. O marido explode de prazer, respira fundo e afasta-se. A Carolina ajoelha-se, o John sente a língua dela a percorrer-lhe lentamente o membro e contém a respiração. O prazer enlouquece-o, geme, prende a cabeça da Carolina para se afundar por completo na boca dela. É então que grita, não consegue definir o prazer que o invade. Afasta-se lentamente da Carolina, tem que se sentar, vê que a amiga se encosta novamente ao varão. É uma deusa nua, apenas com os sapatos calçados e sem saber bem porquê, o John ri-se.

A DANÇA DE VARÃO II

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  Com um sorriso, a Carolina abraça o varão com uma perna, depois com a outra e roda. Sobe no varão, inverte a posição, fica de cabeça para baixo, parece que voa e o John começa a ficar excitado. O amigo sorri, sente o desconforto do amigo, segreda-lhe, podes tocar-lhe e o John levanta-se. A Carolina está agora encostada ao varão, parece que está à espera dele e o John arranca-lhe o top. Quer ver, sentir os seios nas mãos, passar a língua pelos mamilos, saber como a amiga vai responder. Mas a Carolina acolhe-o com um sorriso, beija-o fortemente na boca, deixa-o percorrer o corpo com as mãos. O John ouve o amigo respirar fundo, não quer saber o que ele faz, está totalmente concentrado no corpo da Carolina, forte, tonificado, excitante. A amiga geme, o John abre então os olhos, o marido aparece então na sua linha de visão, está a beijar o pescoço da mulher. O John afasta-se um pouco, a Carolina vira-se e abandona-se aos beijos do marido. Depois, vira-se novamente para a frente, incli...

A DANÇA DE VARÃO

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  O John fica surpreendido quando o casal amigo o convida para um encontro num motel. Não é a primeira vez, explicam, e não o fazemos com qualquer pessoa! Confiamos em ti, percebemos que já conhecias a Sarah e ela gosta de participar neste tipo de situações. O John sorri, diz que sim e combinam tudo para um sábado à tarde. O John estaciona o carro dele a uns metros do motel, entra no carro dos amigos e dez minutos depois, passam a barreira, procuram a garagem e deixam a porta fechar-se. As luzes acendem-se, há uma outra porta que abrem com a chave, sobem as escadas de madeira escura polida. Há uma pequena sala, a casa de banho é à esquerda, em frente, o quarto enorme decorado em tons dourados. No meio, há um varão e o John olha para os amigos surpreendido. Estes riem-se e a Carolina diz que é uma exímia dançarina, tem tido aulas, vais gostar, comenta. Desaparece na casa de banho, os dois homens ficam no quarto, o John sem saber muito bem o que fazer. O amigo despede o casaco, desca...

EU, JOHN

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  Não sei porquê, telefono à Sarah quando saio da casa do Tom. O que é que eu fiz? Nunca na vida bati numa mulher; quando me rejeitam, encolho os ombros e sigo em frente. Bati na Louisa, que conheço há anos e com quem tive encontros escaldantes, intensos. O corpo da Louisa é esbelto, a pele é suave e faz amor com uma paixão, com um desejo que se entrelaça na perfeição com o meu e voamos. Mesmo quando estamos com o Tom. Porquê? Porque é que lhe bati? A Sarah encontra-se comigo no bar do Hotel, conto-lhe rapidamente o que se passou e ela fica muito séria. Não respeitaste as regras, diz e quando eu insisto em saber que regras infringi, a Sarah encolhe os ombros, invadiste o espaço dela, arruinaste o momento dela, foste mesmo um canalha. Fico aturdido, confuso e a Sarah continua, talvez estejas cansado de a partilhar com o Tom, talvez queiras experimentar uma coisa diferente e a Louisa pode não ser a companheira ideal para isso. O que queres dizer? a Sarah volta a sorrir, acaba de bebe...

EU, TOM

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O John e a Louisa acabam de sair e eu? Preciso de tempo para perceber o que acaba de acontecer; nunca vi o John a desafiar as regras desta maneira. Deita-se ao nosso lado, beija a Louisa calma, demoradamente. Sinto a Louisa a respirar fundo, o corpo suado, quente a desligar-se do meu e a procurar o do John. Vejo como as mãos do John ficam paradas, uma na coxa, a outra a acariciar o seio, a Louisa geme. Levanto-me, visto-me, procuro a Sarah. A Louisa e o John continua m deitados, o John ergue-se um pouco, apoia um joelho no chão. Sigo com o olhar a mão do John a descer até à vulva da Louisa, ficar ali indecisa. Não sei o que a Louisa pensa naquele momento, mas afastou a mão do John, guia-a até ao seio, tenta aprofundar o beijo. Mas o John insiste, tenta abrir-lhe as pernas, mas a Louisa debate-se e grita não. O John esbofeteia-a então, a Louisa para de se debater, fico em estado de choque. Depois, tudo acontece muito depressa, a Louisa grita a palavra de segurança, empurro o John para o...

EU, SARAH IV

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O John grita também, respiramos fundo e separamo-nos. O Tom e a Louisa estão deitados em cima do tapete, a mão do Tom percorre-lhe o corpo lentamente, aproxima-se da vulva. Eu sorrio, estou com sede, há um tabuleiro com copos, uma garrafa de água, outra de champagne, um balde de gelo. Abro a de água, bebo uns golos e observo o John, ali em pé, nu a observar os outros dois a fazerem amor. Respira fundo, há desejo no olhar, está a ficar excitado, o membro está a ficar novamente erecto. Penso que vai competir com o Tom pela atenção da Louisa, afastá-lo rudemente e exigir rendição completa. Mas não, continua ali parado, à espera que eles acabem. Nem o Tom nem a Louisa se apercebem desta luta, os corpos totalmente fechados no prazer que se liberta nos gritos que soltam. Depois, a Louisa larga o corpo do Tom, acomoda-se melhor no tapete e fecha os olhos. O Tom também fica quieto e é então que o John descontraí, sorri, um sorriso trocista, calculista que me assusta um pouco. Deita-se ao lado ...

EU, SARAH III

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A Louisa ainda tem a lingerie vestida, uma lingerie cara, de marca, talvez seja por isso que esteja relutante em a despir. Mas porquê trazer lingerie e ter medo de a despir quando, pelo que o John deu a entender, a Louisa é tudo menos puritana? Talvez não se sinta confortável por eu estar presente, talvez precise de saber que estou apenas interessada em ser admirada e tocada pelos homens. Por isso, desaperto-lhe o soutien, as minhas mãos deslizam pelos braços dela e prendem as do John. Nesse momento, olho para a Louisa, há um misto de surpresa, pânico no olhar dela, mas eu quero apenas sentir as mãos do John no meu corpo. O John sorri-me, já adivinhou o que tenho em mente e deixa que lhe dispa a camisa preta, desaperte as calças. Toco muito ao de leve no tronco nu, a mão dele aprisiona a minha de imediato e puxa-me para ele. A língua dele é sôfrega, exigente, embate na minha que o desafia, lhe impõe regras. O meu corpo volta a contrair-se com o prazer que nasce, o percorre como se foss...