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PARA ALÉM DO JOGO IV

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  E não queres mais do que isso? insiste a Sarah e o Tom abana a cabeça, mulher, filhos? Claro que sim, mas com alguém com uma mente aberta, que goste de explorar os limites do sexo, que me satisfaça. A Sarah sorri, achas que vais encontrar alguém assim? Talvez, talvez já a tenha encontrado, confessa o Tom, não tenho participado só nos jogos da Louisa; conheci alguém num " speed dating" e estou interessado nela. Compartilha muitas das minhas ideias, estamos a aprender a conhecer-nos... A Sarah suspira, o Tom é um homem interessante, sempre o viu-o só como alguém que lhe poderia dar prazer naquele momento. Mas o momento passa, os objectivos evoluem e parte-se na busca de qualquer outra coisa. Depois, essa procura torna-se ridícula, a Sarah começa a sentir-se ridícula. O Tom observa-a atentamente, não te preocupes, vais encontrar uma solução, diz, acho que aquele encontro em casa da Louisa foi o último, acrescenta, foste uma boa companheira. O corpo da Sarah fica tenso, os mami...

PARA ALÉM DO JOGO III

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  Se o Tom fica surpreendido com o convite da Sarah, não o diz. Ela frisou que era um jantar, um jantar de amigos, é clara nesse ponto e o Tom considera a hipótese de ser um jantar mistério com erotismo pelo meio. Mas não, é num restaurante familiar, a Sarah conhece o dono e este apresenta a lista, aconselha pratos e vinhos. Sorri-lhe quando o dono se afasta e pergunta abertamente, o que é isto? O que te disse, um jantar de amigos, responde a Sarah, apenas para conversarmos. Nunca o fizemos, conhecemos os corpos, mas não o que nos vai na mente. Ah, conversa da Louisa, diz o Tom, eu e a Louisa já nos conhecemos há muito tempo, o suficiente para um dia nos arriscarmos a este tipo de jogos. Como eu e o John, explica a Sarah, mas não sei porque é que alinhas neste tipo de jogos e é o que quero saber. O Tom olha-a surpreendido, para gozar o momento, declara.

PARA ALÉM DO JOGO

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  O Tom convida a Sarah para tomarem um copo num bar que conhece. Vais gostar, diz, é um lugar sossegado, podemos conversar. Mas a Sarah não tem qualquer vontade de conversar com o Tom, o que aconteceu, foi apenas mais um jogo. Não quer saber nada sobre ele, o que faz, o que pensa, o porquê de participar neste tipo de jogos. Porque ela já não sabe porque participa, quer que a sedução perdure para além do jogo. Mas o que queres verdadeiramente? pergunta a Louisa quando conversam sobre o assunto. A Sarah abana a cabeça, não sei, admite, quero ser pura e simplesmente arrebatada.

ESCALDANTE V

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  Depois, o Tom grita, ela grita e ficam os dois entrelaçados a ouvir, a sentir o coração a bater desenfreado, a pele suada. A Sarah perdeu a noção do tempo, não sabe onde é que o John e a Louisa estão. Não lhe interessa, quer apenas saber do prazer do seu corpo. O Tom levanta-se, sai do quarto, regressa com uma garrafa de champagne, oferece-lhe uma taça. A Sarah encosta-se ao "pole", aceita o champagne e vê então que estão sós no quarto. O John e a Louisa estão no jacuzzi, diz o Tom, queres ir até lá? mas a Sarah abana a cabeça. Contento-me com um banho cheio de espuma, declara, o Tom sorri e estende-lhe a mão. A Sarah levanta-se, trocam um longo beijo, as mãos do Tom vagueiam pela pele suada e as da Sarah afagam-lhe o membro. Entram na casa de banho, o Tom prepara o banho e os dois relaxam meios escondidos pela espuma.

ESCALDANTE IV

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  Entretanto, o Tom deita a Sarah no chão, afasta-lhe as pernas e prende-lhe as mãos. A Sarah olha-o surpreendido, porque o Tom nunca se comportou assim, exigente, poderoso. O Tom dispensa os preliminares, entra nela directamente, a vulva abre-se, recebe-o. As pernas da Sarah levantam-se, encaixam-se na cintura do Tom para que o clitóris fique ainda mais exposto ao membro. Então, o Tom baixa a cabeça, beija-a na boca, explora-a com a língua. As mãos aconchegam os seios, os mamilos encostam-se à pele. A Sarah relaxa, deixa que o corpo siga o seu próprio instinto e encontre o prazer. Um prazer que se reflecte também no corpo do Tom.

ESCALDANTE III

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  A Luísa pensa que o John vai ser violento, mas é muito terno. Está fascinado com a pele, deixa deslizar as mãos pelas costas, depois pelos seios, não a toca no triângulo, o que a surpreende. A Luísa fecha os olhos, apoia a cabeça no "pole", entrega-se ao prazer de sentir as mãos do John a conquistar cada centímetro de pele. O John beija-lhe os seios, apodera-se dos mamilos duros e a Luísa geme. Atrás de si, a Sarah sustém a respiração, o que é que o Tom está a fazer? pensa a Luísa, mas não quer verdadeiramente saber. O John afasta-lhe levemente as pernas, guia a mão até à vulva e acaricia-a lentamente. A vulva fica húmida, a Luísa sente calor no fundo da barriga e respira fundo. O John entende isso como um convite para aprofundar as carícias.

ESCALDANTE II

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  No dia combinado, o Tom e o John tocam à campainha. Estão confusos, o convite foi muito vago, diz apenas "a Sarah e a Luísa solicitam a vossa presença na casa desta às 19 horas" e o John acha que é uma armadilha. O Tom ri-se, estás doido, se calhar é uma festa no jacuzzi, comenta. O amigo pede-lhe detalhes, mas o Tom abana a cabeça e só diz que foi "escaldante". A Sarah abre a porta, tem um Top e uns calções vestidos, o cabelo preso e um grande sorriso. Os calções são muito curtos, deixam à mostra as pernas perfeitas que o John não resiste a tocar. O Tom beija-a na boca, acaricia-lhe as costas, mas a Sarah afasta-se de imediato, faz-lhes sinal para a seguirem. A porta do quarto está fechada, antes de abrir, a Sarah pede-lhes para se despirem, só podem entrar nus. O Tom e o John olham um para o outro, mas o que é isto? pergunta o John, mas a Sarah abana a cabeça, hoje as regras são nossas, despe-te. Os dois homens despem-se, a Sarah sorri e abre então a porta. O qu...

ERÓTICA IV

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  A Louisa sorri, afaga-o até o sentir duro, pronto a explodir. O Tom fecha os olhos, geme e a Louisa continua a afagar até sentir o líquido quente escorrer pela mão. O Tom grita de prazer, deixa-se cair contra o corpo suado da amiga e tenta recuperar o fôlego. Depois, respira fundo e beija-a novamente nos lábios. A Louisa corresponde ao beijo, passa-lhe as mãos pelas costas, pelo peito num novo convite. Mas o Tom não o aceita, sorri-lhe e pega na roupa. Fecha devagarinho a porta do quarto, a Louisa fica novamente sozinha. Caí sobre a cama, o corpo está suado com o cheiro do Tom ainda a pairar. Tem agora a certeza de que o "pole" é  perfeito para seduzir, ser seduzida. Talvez da próxima vez convide também o John. Ou não...

ERÓTICA III

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  O Tom ajuda-a a levantar-se, mas não a leva para a cama. Mantém-na encostada ao "pole", prende-lhe as mãos com uma écharpe que encontra no chão e explora-lhe o corpo com as mãos e com a língua. A Louisa sente o corpo contrair-se, aquele calor no fundo da barriga espalha-se rapidamente pelo corpo que se abre às exigências daquelas mãos, daquela língua húmida. O Tom ajoelha-se então, afaga-lhe as coxas, brinca com a vulva cada vez mais inchada, mais húmida e a Louisa geme, grita de prazer. O Tom inclina-se, a Louisa sente a língua dele explorar lentamente a vulva e sustém a respiração. Mas o prazer enlouquece-a, volta a gritar e o Tom sorri. A Louisa escorrega, volta a sentar-se no chão com as pernas abertas e fecha os olhos. Mas o Tom coloca-lhe o membro na mão....

ERÓTICA II

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  A Louisa não sabe o que a fez telefonar ao Tom. Nem sabe porque acendeu velas, colocou-as em intervalos precisos no corredor e deixou a porta do quarto entreaberta. Nem porque se sentou, encostada ao "pole" com as pernas entreabertas apenas com uma luz a incidir-lhe no corpo que continua nu. Mas gosta de ver a expressão de surpresa, primeiro, depois de desejo no rosto de Tom. O Tom que abre a porta devagarinho, fica uns segundos com a mão no puxador a devorá-la, sim, é a palavra correcta, com o olhar. Sorri, entra e fecha a porta muito devagarinho. Despe-se tão lentamente que a Louisa tem vontade de gritar, sente o corpo tenso, a vulva a contrair-se de desejo. O Tom ajoelha-se em frente dela, afasta-lhe as pernas, deixa a mão vaguear até à vulva húmida, mas é nos lábios que a beija fortemente. Como se não houvesse amanhã....

JOGOS VI

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  Entretanto, a Sandra deixa a Sarah e o Tom sozinhos, encosta-se ao Miguel, afaga-lhe as costas. O Miguel sente os mamilos duros a pressionarem-lhe a coluna, umas mãos a deslizaram até encontrarem um membro disposto a explorar os limites do prazer. Abandona-se àquelas mãos suaves, cuidadosas que o desafiam e quando o Miguel pensa que não aguenta mais, retiram-se. Sandra, murmura, mas há agora outras mãos urgentes, insistem na rendição completa do corpo sobre o qual o Miguel não tem agora qualquer controlo. O Tom está sozinho no sofá, olha fascinado para as duas mulheres a competirem pela atenção do Miguel. Este beija a Sarah, a Sandra continua a afagar o membro e depois ajoelha-se, deixa que lhe invada a boca. O Miguel termina o beijo, coloca uma das mãos na cabeça da Sandra para que o membro se afunde ainda mais e com a outra, acaricia a vulva da Sarah. A Sarah grita, o Miguel explode também e a Sandra... o Tom não sabe definir o que lê no rosto dela.

JOGOS V

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  O John faz com que a Louisa se ajoelhe, se incline para a frente e ajuda-a a afastar as pernas. Explora a zona entre as nádegas com a mão, acaricia-lhe a vulva e a Louisa suspira. Sente-se a ficar húmida, há um calor no fundo da barriga e os mamilos ficam duros. Apoia melhor as mãos e tenta decidir se gosta ou não da posição. Uma das mãos do John continua a acariciar-lhe a vulva, a outra sobe até ao pescoço e a Louisa geme. O membro do John bate-lhe numa das nádegas, a Louisa sente-o contra si, poderoso e erecto. Cuidadosamente, o John guia o membro e penetra-a. A Louisa respira fundo, sente-se completa, deixa que o prazer a preencha e depois, solta um grito. Um grito poderoso....

JOGOS IV

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  Mais tarde, ao pensar no que aconteceu, o Tom não encontra palavras para descrever o que sentiu. Concentrou-se apenas em sentir aquelas línguas molhadas a explorarem a boca, a pele e acha que a certa altura lhes pediu para pararem. As duas riram-se, a Sarah sentou-se no colo dele e afagou ligeiramente o membro. A Sandra beijou-o então na boca, a Sarah baixou a cabeça e deixou que a língua encontrasse o membro. Depois, a Sandra afastou-se, a Sarah olhou-o nos olhos, sorriu trocista e ergueu um pouco as nádegas. O Tom pensou que ela o ia abandonar também, mas a Sarah desceu lentamente e o membro penetrou-a. O Tom voltou a gritar, a Sarah também e no outro lado da sala, também houve gritos. De quem? pensou antes de fechar os olhos e abandonar-se por completo ao prazer de estar dentro da Sarah.

JOGOS III

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  O John beija-a então, o Miguel afaga-lhe as coxas, a vulva e a Louisa sente o corpo a contrair-se. As mãos do John descem, circulam os seios, beliscam os mamilos até estes ficarem duros. O Miguel abre-lhe a vulva com a língua, a Louisa sente calor e frio ao mesmo tempo. O membro do John encosta-se às nádegas nuas, as mãos dele deslizam agora pelas costas e ela geme alto. O Miguel continua a explorar a vulva, a mão do John insinua-se ao ânus e a Louisa grita. Entretanto, alheios ao que se passa no outro lado da sala, o Tom e a Sandra despem a Sarah. Os três sentam-se no sofá, o Tom no meio, o membro já inchado, mas nem a Sandra nem a Sarah lhe tocam. A Sandra beija-o na boca, a Sarah o pescoço e o Tom grita loucamente.

JOGOS II

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  A Sarah nunca saberá como o Tom convenceu a Louisa a alinhar no jogo. Principalmente porque o John estará presente e o casal Sandra e Miguel. A Sarah explica que podem ter uma sala só para os seis e libertarem todos os sonhos, todas as fantasias. A Louisa está nervosa, não sabe bem como se comportar e o que esperar, o Tom foi tão vago. Por isso, dá um pequeno grito quando a Sandra lhe desaperta o vestido, preto, plissado como gosta e ela fica apenas com o body e os collants. A Sandra tenta beijá-la, mas a Louisa afasta a cara e fica admirada quando a Sarah aceita o beijo rejeitado. A Sarah ajuda a Sandra a despir-se, a Louisa abre a boca de espanto quando o Tom se aproxima das duas, beija o pescoço da Sandra e lhe acaricia as costas. A Sandra suspira, encosta-se ao Tom e as mãos deste acariciam-lhe os seios enquanto que a Sarah, ainda vestida, se ajoelha em frente da amiga e explora com a língua a pele das coxas. A Louisa continua de boca aberta, olha fascinada e não sente que al...

O PRAZER II

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  A Sarah sente o corpo contrair-se, o prazer explode em cada milímetro de pele e abre a boca. Grita finalmente, um grito libertador de tudo o que a invade desde a ponta dos pés até à cabeça. O Tom grita também e o Miguel afasta-se. A Sandra aparece então, abraça-se ao Miguel, abre-lhe a boca com a língua. O Miguel não resiste, desliza as mãos pelas costas da mulher e depois ajoelha-se. Faz com que a Sandra se ajoelhe também, baixa a cabeça e reclama um dos mamilos. A Sandra geme baixinho e o Miguel aperta levemente os dois seios antes de a beijar novamente na boca. O Tom respira fundo, está a sentir-se novamente excitado, mas percebe que aquele jogo já terminou. É uma forma de apimentar a relação deles, explica a Sarah quando saem e o Tom olha-a curiosa. Ele vê-la a beijar uma mulher e ela vê-lo a fazer sexo oral com essa mesma mulher? repete e a Sarah apenas encolhe os ombros. A relação deles pode ser mais sólida do que pensas, exactamente porque tiveram coragem de explorar os li...

O PRAZER

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  O Tom sente-se excitado ao ver as duas mulheres a beijarem-se, a despirem-se à frente dele. Estranha que a Sarah tenha correspondido ao beijo da outra, mas a Sarah explica-lhe mais tarde que foi só para estimular o jogo. A Sandra ajoelha-se em frente à Sarah, explora-lhe a vulva primeiro com a mão, depois com a língua. A Sarah acaricia os seios, sente os mamilos ficarem duros, geme com o prazer que lhe percorre o corpo, mas depois, afasta-se da Sandra. Sorri ao Tom, abre-lhe a camisa, belisca-lhe a pele e ajuda-o  a despir-se. O membro do Tom afaga as coxas da Sarah, as mãos desta circulam pelas costas dele. É então que o Miguel se aproxima da Sarah e a beija no pescoço. Ela vira ligeiramente a cara para que o Miguel a beije na boca, deixa que ele a conforte, a sacie. O  Tom afasta-lhe as pernas com o joelho, o membro erecto à procura da vulva húmida, quente. Onde está a Sandra?  O Tom não quer saber, conquista lentamente o clitóris da Sarah que o Miguel continua a...

JANTAR VI

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  O Tom fica uns minutos quieto, sente a Sarah mexer-se, afastar-se dele. Levanta-se também, olha em volta, os dois casais desapareceram. Procura a roupa, deixou-a na outra sala que está também vazia. Veste-se rapidamente, ouve risos vindos da sala principal e fica curioso. Quando afasta a cortina, vê que estão a servir o jantar e toda a gente está já vestida e sem máscara. Alguém lhe acena, reconhece a Sarah sentada numa pequena mesa num dos extremos da sala. Está acompanhada por um casal que parece conhecer bem. Contudo, a Sarah é vaga nas apresentações, são a Sandra e o Miguel, e o Tom fica sem perceber se são amigos ou se se conheceram naquele momento. Talvez não, talvez isto faça parte do jogo, pensa o Tom ao aceitar o copo de vinho que lhe serve o Miguel. A Sarah sorri e o Tom acha que o jogo da noite está longe de terminar. O casal convida-os para tomarem uma última bebida em casa deles e o Tom fica surpreendido quando a Sandra beija a Sarah na boca e esta parece não se impo...

JANTAR V

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O Tom beija a Sarah fortemente, as mãos desta arranham-lhe as costas. O Tom termina o beijo bruscamente, sorri e olha em volta. Os dois casais continuam juntos, a explorar os corpos uns dos outros e o Tom não percebe quem está com quem. Mas isso pouco importa, quer um lugar para estar só com a Sarah, sentir o corpo dela a abrir-se, a acolhe-lo em si. Ao fundo da sala, há um sofá vazio, o Tom arrasta a Sarah até lá e deita-a cuidadosamente. A Sarah geme, procura-lhe as mãos, pousa-as nos seios e o Tom massaja-os devagarinho até sentir os mamilos ficarem duros. Baixa então a cabeça e percorre-os com a língua até a Sarah voltar a gemer. Alguém grita, alguém repete a palavra de segurança, mas o Tom ignora.  Não é a Sarah quem grita, o corpo dela deseja-o, sabe-o porque as mãos dela apoderam-se do membro e conduzem-no até ao clitóris. O Tom sente-o deslizar para dentro do corpo da Sarah, sente como a completa e o corpo dela estremece com a explosão do orgasmo. Depois tudo fica em silênc...

JANTAR IV

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  Encontra-a numa outra sala, sentada num sofá, de pernas abertas oferecendo uma visão perfeita da vulva ao homem ajoelhado em frente dela. Outro explora-lhe a boca enquanto lhe acaricia os seios. O Tom tem vontade de afastar os dois homens, concentrar a atenção da Sarah nele, nos desejos dele. Duas mulheres aproximam-se dele, uma tenta beijá-lo, a outra leva a mão dele ao seio, mas o Tom sussurra "não" e elas obedecem. Fica ali parado por uns segundos, a Sarah geme baixinho e isso faz com que o Tom avance, segrede ao homem ajoelhado, "é a minha vez". O homem não protesta, levanta-se de imediato, mas o outro continua a beijar a Sarah. O Tom repete "é a minha vez", o homem tenta protestar, mas as regras são claras e afasta-se também. A Sarah olha-o trocista, convida-o a ajoelhar-se em frente dele, a continuar onde o outro parou. Mas o Tom surpreende-a, pega nela pelos braços, pede para que ela cruze as pernas atrás dele e encosta-a a uma parede. Atrás dele,...